O Jejum agradavel ao Senhor

>> terça-feira, 1 de abril de 2014


Leitura bíblica: Mateus 6. 16-18

“Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram o rosto com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. Tu, porém, quando jejuares, unge a cabeça e lava o rosto, com o fim de não parecer aos homens que jejuas, e sim ao teu Pai, em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.”

Provavelmente você já ficou sem comer devido a um exame clínico. A sensação não é boa e corpo reage com tonturas, dor de cabeça, e estomago “roncando”. Muitos também jejuam como exercício religioso, mas no texto de hoje vemos que jejuar pode não ter significado para Deus se for com hipocrisia – assim como ajudar quem precisa ou orar, citados no inicio do capítulo. Essas práticas cristãs, essencialmente boas, podem também destinar-se apenas para mostrar aos outros o quanto se é “espiritual”. Era assim que os fariseus agiam: jejuavam duas vezes por semana e mostravam-se abatidos e desarrumados. Como no versículo em destaque, suas práticas religiosas eram para eles mesmos, não para Deus, um teatro!

Porém diante de Deus percebemos quem realmente somos e também o que nos controla. Qualquer orgulho espiritual acaba quando percebemos o quanto dependemos do que é material e que satisfaça nossos apetites, quando deveríamos sempre buscar agradar a Deus. Por isso, o jejum é uma disciplina espiritual que desenvolve o domínio próprio e nos aproxima do Senhor que nos sustenta.

O jejum que agrada a Deus não é apenas abstinência de alimentos, mas um tempo dedicado à oração. É humilhar-se diante de Deus em arrependimento ou para interceder por algo especial, lembrando que nada que fizermos leva Deus a agir do modo que desejamos. Percebemos o quanto o alimento faz falta e como deveríamos depender mais do Senhor. Carlos Queiroz afirmou: ”Não podemos viver só de pão, tanto quanto não podemos viver só de oração; todavia, não podemos viver sem pão, na mesma proporção em que não podemos viver sem oração”. Como seria bom se tivéssemos tanta fome de Deus como pela comida! Buscaríamos o Senhor não por hábito, mas pode necessidade! Não apenas nos momentos difíceis, mas sempre! VWR

Exercícios espirituais são bons quando aumentam a influência do Espírito Santo em nós.

“Quando jejuastes e pranteastes, no quinto e no sétimo mês, durantes estes setenta anos, acaso, foi para mim que jejuastes, com efeito para mim?” Zacarias 7.


fonte:Igreja Prebiteriana de Santo Amaro

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