Liberais vs Fundamentalistas(Entrevista com Augustus Nicodemus)

>> terça-feira, 17 de dezembro de 2013


Dr. Augustus Nicodemus G. Lopes

Liberalismo e fundamentalismo teológico

Por Elvis Brassaroto Aleixo


Teólogo brasileiro respeitado e reconhecido por sua sólida contribuição acadêmica, Augustus Nicodemus é professor visitante de Novo Testamento no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (CPAJ), da Universidade Mackenzie. Doutorou-se em Hermenêutica e Estudos Bíblicos (Ph.D., NT) no Westminster Theological Seminary (1993). É Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pastor auxiliar da Igreja Presbiteriana de Santo Amaro (S). E, também, autor de vários livros, entre eles: Calvino, o teólogo do Espírito Santo (1996), O que você precisa saber sobre batalha espiritual (1997), Calvino e a responsabilidade social da Igreja (1997), A Bíblia e a sua família (2001), O culto espiritual (2001) e A Bíblia e seus intérpretes (2004), além de diversos artigos acadêmicos. Na entrevista que segue, ele nos fala um pouco sobre assuntos que têm provocado polêmica entre os teólogos evangélicos: o liberalismo e o fundamentalismo teológico.

Defesa da Fé – O liberalismo teológico não surgiu do nada. Quais foram os acontecimentos históricos que preparam o caminho para o seu surgimento?

Profº Nicodemus – O liberalismo é, de muitas maneiras, um fruto do Iluminismo, movimento surgido no início do século 18 que tinha em seu âmago uma revolta contra o poder da religião institucionalizada e contra a religião em geral. As pressuposições filosóficas do movimento eram, em primeiro lugar, o Racionalismo de Descartes, Spinoza e Leibniz, e o Empirismo de Locke, Berkeley e Hume. Os efeitos combinados dessas duas filosofias — que, mesmo sendo teoricamente contrárias entre si, concordavam que Deus tem de ficar de fora do conhecimento humano — produziu profundo impacto na teologia cristã. Como resultado da invasão do Racionalismo na teologia, chegou-se à conclusão de que o “sobrenatural não invade a história”. A história passou a ser vista como simplesmente uma relação natural de causas e efeitos. O conceito de que Deus se revela ao homem e de que intervém e atua na história humana foram logo excluídos.

A fé cristã histórica sempre acreditou que os milagres bíblicos realmente ocorreram como narrados. Milagres como o nascimento virginal de Cristo, os milagres que o próprio Cristo realizou, sua ressurreição física dentre os mortos, os milagres do Antigo e Novo Testamentos, de maneira geral, são todos considerados fatos.

O teólogo liberal, por sua vez, e os neo-ortodoxos fazem distinção entre historie (história, fatos brutos) e heilsgeschichte (história santa, ou história salvífica), criando dois mundos distintos e não conectados: o mundo da história bruta, real, factível e o mundo da fé, da história da salvação. Temas como criação, Adão, queda, milagres, ressurreição, entre outros, pertencem à história salvífica e não à história real e bruta. Para os liberais e os neo-ortodoxos, não interessa o que realmente aconteceu no túmulo de Jesus no primeiro dia da semana, mas, sim, a declaração dos discípulos de Jesus que diz que Jesus ressuscitou. Assim, o que eles querem afirmar com isso é bastante diferente daquilo que a fé cristã histórica acredita. Na verdade, eles consideram que os relatos bíblicos dos milagres são invenções piedosas do povo judeu e dos primeiros cristãos, mitos e lendas oriundos de uma época pré-científica, quando ainda não havia explicação racional e lógica para o sobrenatural.

Defesa da Fé – O alemão J. Solomon Semler distinguiu a “Palavra de Deus” da “Escritura”, e esse é um dos princípios que norteiam o liberalismo teológico. O senhor poderia nos esclarecer um pouco mais sobre essa distinção?

Profº Nicodemus – Por detrás desta declaração de Semler está a crença de que a Escritura contém erros e contradições, lado a lado com aquelas palavras que provêm de Deus. Desta declaração, percebe-se também os pressupostos racionalistas do Iluminismo quanto à impossibilidade do sobrenatural na história. Partindo desses pressupostos teológicos, os críticos iluministas se engajaram na busca da Palavra de Deus que, supostamente, estava dentro da Escritura, misturada com erros e contradições. Essa busca se tornou o objetivo do método histórico-crítico, que é fazer a separação entre essas duas coisas, por meio da exegese “científica”, e descobrir a Palavra de Deus dentro do cânon da Bíblia. O subjetivismo inerente aos critérios utilizados para reconhecer a Palavra de Deus dentro do cânon fez que os resultados fossem completamente díspares. Até hoje, não existe um consenso do que seria a Palavra de Deus, dentro do cânon, reconhecida e aceita pelos próprios críticos.

Defesa da Fé – Quais são as implicações mais prejudiciais dessa diferença para o cristianismo?

Profº Nicodemus – O problema que os evangélicos e conservadores sempre tiveram com essa diferenciação e com o método histórico-crítico que surgiu dela é que ambos pressupõem, desde o início, o direito que o crítico tem de emitir juízos sobre as afirmações bíblicas como sendo ou não verdadeiras. Para os críticos liberais, interpretar a Bíblia historicamente significava, quase que por definição, reconhecer que a Bíblia contém contradições. Para eles, qualquer abordagem hermenêutica deixa de ser histórica se não aceitar essas contradições. Em resumo, concordar que a Bíblia não era totalmente confiável se tornou um dos princípios operacionais do liberalismo e de seu “método histórico-crítico”. Tal desconfiança se percebe, por exemplo, nas declarações de Ernest Käsemann, um dos críticos recentes mais proeminentes. Seu desejo é “distanciar-se da superstição incompreensível de que no cânon [bíblico] somente a fé genuína se manifesta”. Para ele, “a Escritura, à qual as pessoas se rendem de maneira não-crítica, não leva somente à multiplicidade de confissões, mas também a uma confusão indistinguível entre fé e superstição”. Essas declarações de Käsemann representam bem o pensamento liberal sobre a Bíblia.

Defesa da Fé – Em face disso tudo, quem é Jesus para os teólogos liberais? É Deus salvador?

Profº Nicodemus – Segundo Bultmann, um dos maiores liberais de épocas recentes, a única coisa histórica no credo apostólico é a declaração “Cristo padeceu sob Pôncio Pilatos”. As demais declarações são todas invenções da fé criativa da Igreja primitiva. O Jesus histórico foi uma pessoa normal, filho de Maria e, talvez, de José, que ganhou status de Salvador, Messias e Deus por meio da fé dos discípulos e, particularmente, de Paulo. Na realidade, segundo os liberais, Jesus teria sido um profeta, um contador de histórias, um lutador contra as desigualdades, um homem sábio, entre outras versões. Todas elas concordam, porém, que Jesus não era divino, não ressuscitou dos mortos e nunca se proclamou Filho de Deus e Messias.

Defesa da Fé – Há, também, a questão do mito fundante que afirma que Adão não existiu. Mito esse que, às vezes, tenta conciliar evolucionismo com criacionismo. Como o liberalismo lida com o livro de Gênesis?

Profº Nicodemus – Os liberais acreditam que a Igreja Cristã se perdeu completamente na interpretação da Bíblia através dos séculos e que somente com o advento do Iluminismo, do racionalismo e das filosofias resultantes é que se começou a analisar criticamente a Bíblia e a teologia cristã, expurgando-as dos alegados mitos, fábulas, lendas, acréscimos, como, por exemplo, os mitos da criação e do dilúvio e de personagens inventados como Adão e Moisés, etc. Por considerar os relatos da criação, da formação de Adão e sua queda como mitos, os liberais tratam o livro de Gênesis como uma produção da fé de Israel escrita com o propósito de legitimar a posse e a permanência de Israel na terra. Acreditam que Gênesis foi redigido em sua forma final no período do exílio babilônico, por um editor que colecionou e colou juntos relatos díspares sobre a criação, a história do dilúvio, etc. Por não considerarem histórico o relato da criação, os liberais são, por via de regra, evolucionistas. Alguns acreditam que Deus criou o mundo mediante o processo da evolução. Mas, no geral, descartam completamente a idéia de uma criação do mundo e do homem ex nihilo, do nada, pela palavra do seu poder.

Defesa da Fé – Em sua avaliação, o liberalismo pode ser apontado como um dos fatores responsáveis pela adesão às causas pró-homossexualidade que adentraram em muitas igrejas dos EUA e que já começaram a grassar no Brasil?

Profº Nicodemus – Sim, mas sem generalizar. Uma vez que a Bíblia é vista como reflexo da fé e da crença do povo de Israel e dos primeiros cristãos, e não como Palavra infalível de Deus, os valores e os conceitos que ela traz são vistos como culturalmente condicionados e irrelevantes aos tempos modernos, em que os valores são outros. Dessa forma, o que a Bíblia diz, por exemplo, sobre a prática homossexual, é interpretado pelos liberais como fruto da cultura da época, que não sabia que a homossexualidade é uma opção sexual, e também que as pessoas nascem geneticamente determinadas à homossexualidade. Em igrejas onde a ética da Bíblia é vista como ultrapassada, fica aberta a porta para a conformação da ética da Igreja à ética do mundo.

Defesa da Fé – Em que sentido podemos dizer que a teologia liberal promoveu o (macro) ecumenismo? O liberalismo chega a ponto de validar sistemas de crenças díspares do cristianismo?

Profº Nicodemus – Para o liberalismo clássico, inspirado por F. Schleiermacher, religião era simplesmente “o sentimento e o gosto pelo infinito” e consistia, primariamente, em emoções. A experiência humana marcava os limites do que se podia especular acerca da realidade. O essencial do sentimento religioso é o senso de dependência de Deus, que produz consciência ou intuição da sua realidade. Fé e ação eram coisas secundárias. O sentimento religioso é algo universal, isto é, cada ser humano é capaz de experimentá-lo. É esse sentimento que dá validade às experiências religiosas e que torna o ecumenismo possível. Uma vez que se entende que religião é basicamente o gosto pelo infinito, e que encontramos esse gosto em todas as religiões, temos aí a base para dizer que todas as religiões são iguais e querem a mesma coisa, diferindo apenas na maneira como pretendem alcançar esse alvo. O macroecumenismo é filho do liberalismo teológico.

Defesa da Fé – Considerando o ciclo da criação e recepção teológica (Europa, América do Norte e América do Sul), o senhor julga que o liberalismo pode ter decretado a decadência da Igreja evangélica na Europa?

Profº Nicodemus – Creio que esse seja um dos fatores, mas outros poderiam também ser apontados, como, por exemplo, a secularização da vida e da sociedade européia, o materialismo e o abandono dos princípios do cristianismo em todas as áreas da vida. Até mesmo igrejas que não são liberais têm dificuldade em se manter na Europa de hoje. Todavia, o liberalismo teológico é responsável pelo esvaziamento das igrejas históricas e tradicionais, mas não necessariamente pela secularização do continente como um todo.

Defesa da Fé – Já é possível mencionar alguns de seus efeitos mais notáveis na América Latina e, mais especificamente, no Brasil?

Profº Nicodemus – Sim, sem dúvida. Mas o liberalismo teológico que chegou em nosso país já chegou com formas e propostas diferentes, associado, por exemplo, com a teologia da libertação. Os cursos de teologia oferecidos em universidades seculares ou em universidades teológicas sem nenhum compromisso com a infalibilidade das Escrituras são a porta de entrada do liberalismo em nosso país. O que se percebe claramente é a busca, por parte dos evangélicos, da respeitabilidade acadêmica oferecida pela academia secular. Isso tem feito que o “evangelicalismo” submeta suas instituições teológicas de formação pastoral aos padrões educacionais do Estado e das universidades. Esses padrões, ao contrário do que se pensa, não são cientificamente neutros. São comprometidos metodológica, filosófica e pedagogicamente com a visão humanística e secularizada do mundo. Os cursos de teologia e ciências da religião oferecidos pelas universidades são, geralmente, dominados pelo liberalismo teológico e pelo método histórico-crítico. Com a busca acentuada por um diploma de teologia reconhecido, os evangélicos correm o risco de sacrificar seu compromisso com as Escrituras em troca de qualidade científica prometida e oportunidade de emprego.

Defesa da Fé – Muito dessa discussão permeou as denominações de confissão histórica. Seria correto afirmar que as denominações pentecostais ficaram isentas de problemas com o liberalismo?

Profº Nicodemus – Absolutamente não. Hoje, um dos maiores defensores do teísmo aberto em nosso país – ideologia que nega a soberania de Deus e a sua onisciência – é pentecostal. Por não terem investido, no passado, em uma boa educação teológica de seus pastores e obreiros, muitas igrejas pentecostais, hoje, têm um tremendo passivo teológico. Várias delas têm sucumbido ao liberalismo teológico quando enviam seus obreiros para serem preparados em cursos de teologia e ciências da religião comprometidos com o método histórico-crítico. Esses obreiros voltam para as igrejas com a cabeça completamente virada e, às vezes, não crêem em mais nada. Julgo que o liberalismo foi nocivo e atingiu tanto os tradicionais como os pentecostais.

Defesa da Fé – Falando, agora, sobre o fundamentalismo, em que termos essa corrente contribuiu para promover a apologética, na medida em que se opôs ao liberalismo?

Profº Nicodemus – O fundamentalismo histórico nasceu em defesa da fé cristã, ameaçada, na época, pelo liberalismo teológico. Portanto, o fudamentalismo foi um movimento apologético de defesa da fé, porque entendia que a tarefa da Igreja cristã era defender a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Nesse aspecto, é positiva a disposição de se lutar em favor da fé bíblica, identificando inimigos potenciais do cristianismo, como o liberalismo teológico, o humanismo, o evolucionismo e o “evangelicalismo”, que tem, gradualmente, abandonado a doutrina da infalibilidade da Escritura e adotado o ecumenismo e o evolucionismo teísta.

Defesa da Fé – Em sua análise, é impossível encontrar algum legado positivo do liberalismo à Iigreja evangélica?

Profº Nicodemus – Citaria que muitos estudiosos liberais contribuíram bastante para o avanço do nosso conhecimento acerca do mundo do Antigo e do Novo Testamento e para a nossa consciência da importância da cosmovisão oriental na formação do mundo dos autores da Bíblia. Liberais como Bultmann contribuíram para o estudo das religiões do período neotestamentário, quando do surgimento do cristianismo, embora suas conclusões sejam inaceitáveis para estudiosos comprometidos com a infalibilidade da Bíblia. Essas contribuições, todavia, ajudam a Igreja evangélica apenas indiretamente.

Em termos de contribuição direta para a Igreja evangélica, a resposta é negativa. O liberalismo nunca plantou igrejas, nunca aumentou número de membros e muito menos a receita financeira das igrejas. Só conseguiu reproduzir outros liberais, os quais, por sua vez, precisavam, também, sobreviver. O liberalismo teológico sempre teve de achar um hospedeiro que pudesse sugar até que o mesmo morresse, drenado. O liberalismo sobreviveu muitos anos à custa do esforço missionário, do zelo expansionista e do sacrifício financeiro dos cristãos bíblicos, que fundaram igrejas, criaram organizações, ajuntaram fundos missionários e abriram escolas teológicas, e todas elas, depois, foram ocupadas pelos liberais. O liberalismo plenamente desenvolvido não fundou novas denominações, não abriu novas igrejas, não inaugurou novos campos missionários e não abriu novas escolas. Não conheço nenhum curso de teologia hoje nos Estados Unidos e na Europa que seja liberal e que funcione numa universidade que tenha sido criada por liberais. Harvard, Union, Princeton, Yale, Amsterdã, Oxford... todas foram criadas por conservadores das mais diferentes linhas. O caráter parasitário do liberalismo teológico se deveu ao fato de que os liberais não acreditavam em evangelismo e missões. Os liberais sugaram a herança organizacional eclesiástico-financeira de Calvino, Lutero, Wesley e dos puritanos.

Defesa da Fé – E o que dizer do fundamentalismo? O senhor mencionaria algo nesse movimento que consideraria prejudicial?

Profº Nicodemus – Sim, cito negativamente o fundamentalismo como movimento separatista do erro teológico como único meio de preservar a verdade cristã. Sob esse aspecto, o fundamentalismo crê que não pode haver associação com igrejas, denominações e indivíduos que neguem os pontos fundamentais do cristianismo. O separatismo nem sempre é o caminho para batalharmos pela fé histórica. O fundamentalismo nem sempre consegue conviver com diferentes opiniões, mesmo em questões que não afetam os pontos fundamentais da fé, e acaba tratando com desconfiança irmãos conservadores que concordam com os pontos fundamentais, mas divergem em outras questões. Penso que setores do fundamentalismo desenvolveram uma síndrome de conspiração mundial para o surgimento do reino do anticristo por meio do ocultismo, da tecnologia, da mídia, dos eventos mundiais, das superpotências, além de uma mentalidade de censura e apego a itens periféricos como se fossem o cerne do evangelho e critério de ortodoxia (por exemplo, só é bíblico e conservador quem usa versões da Bíblia baseadas no Texto Majoritário; quem não assiste desenhos da Disney e não vê Harry Potter).

Defesa da Fé – Deixe uma mensagem aos leitores de Defesa da Fé que nos acompanharam nesta entrevista.

Profº Nicodemus – Minha mensagem é de apego às Escrituras como a infalível e inerrante Palavra de Deus. Para mim, esse é o ponto central em toda essa discussão sobre “fundamentalistas versus liberais”. Podemos errar em vários pontos, mas se temos uma atitude de respeito, amor e apego à Palavra de Deus, iremos nos submeter à correção que vem dela e corrigiremos os rumos. Uma vez que sua autoridade é questionada e sua autoridade minada, perderemos os referenciais e nos afastaremos mais e mais do cristianismo verdadeiro.

 

Fonte:Defesa da fe

icp.com.br

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Liberais vs Fundamentalistas

>> quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Você é um Crente Fundamentalista?

O Congresso Mundial dos Fundamentalistas, que se reuniu em 1976, no Usher Hall, Edinburgh, Scotland deu a seguinte definição de um fundamentalista:

"Um fundamentalista é um crente nascido de novo no Senhor Jesus Cristo que:
    1. Mantém uma inarredável lealdade à Bíblia, como sendo inerrante, infalível e verbalmente inspirada.
    2. Crê que tudo que a Bíblia diz, assim é.
    3. Julga todas as coisas pela Bíblia e somente dela aceita julgamento.
    4. Afirma as verdades fundamentais da fé cristã histórica: a doutrina da trindade, a encarnação, o nascimento por uma virgem, a expiação substitutória [sic], a ressurreição corporal em glória, a ascensão, a segunda vinda do Senhor Jesus Cristo, o novo nascimento através da regeneração pelo Espírito Santo, a ressurreição dos santos para a vida eterna, a ressurreição dos perdidos para o julgamento final e a condenação eterna e consciente, a comunhão dos santos, os quais são o corpo de Cristo.
    5. Pratica fidelidade àquela fé e empenha-se por pregá-la a toda criatura.
    6. Expõe e se separa de toda negação eclesiástica àquela fé, acomodação com o erro e apostasia da verdade.
    7. Ardentemente guerreia pela fé que, de uma vez para sempre, foi entregue aos santos."
(CLOUD, David W. Way of Life Literature, 1701 Harns Rd, Oak Harbor, WA 98277, [http://wayoflife.org/~dcloud])

O fundamentalismo tem tomado uma grande variedade de formas. Como um movimento, tem sido largamente interdenominacional, mas muitas igrejas separatistas e independentes, tais como as igrejas conhecidas como Batistas Independentes e Igrejas Bíblicas Independentes, têm aceito o nome de Fundamentalista. Apesar desta variedade, no entanto, uma das principais marcas características do fundamentalismo – sua própria essência – sempre tem sido o guerrear pela fé [o corpo de doutrina] da palavra de Deus. Qualquer crente que não seja verdadeiramente guerreador no seu posicionar-se pela verdade não tem nenhum direito de herdar nem usar o nome de Fundamentalista Bíblico.

Você já ouviu falar do "liberalismo cristão"? 

É o extremo oposto do legalismo e tão perigoso quanto. Se o legalista impõe a Lei soterrando o poder gracioso da misericórdia de Deus em perdoar, o liberal soterra a Lei dando larga vazão para aquilo que conhecemos por "pecado".

Lideres evangélicos que viraram "modinha" na internet cujas filosofias  são vistas como tratados teológicos irrefutáveis são admirados por seus seguidores como verdadeiros "gurus". Eles representam o que a cristandade tem de melhor em termos de liberalismo ético-moral desenfreado e relativismo doutrinário.

Tem alguma dúvida? Esqueça o que a escritura ensina, pergunte ao "guru". Ele vai filosofar, escrever frases de profundo impacto emocional, defender o "politicamente correto", colocar a culpa de todos os males do universo na conta da religião e por fim virá com um papo de que o cristão tem que ser "equilibrado". 

Um encanto aos olhos de quem o lê e aos ouvidos de quem o escuta. 

Não é incomum vermos liberais  sendo favoráveis (ou coniventes) com práticas abortistas, sexo antes do casamento, homossexualismo, relativismo doutrinário e, de forma geral, fazendo oposição à toda e qualquer posição conservadora dos cristãos tradicionais.

Para eles é como se Deus vivesse rompendo com as doutrinas existentes no meio cristão como contra resposta para aqueles que ensinam Sua Lei (ou acrescimos obsoletos) ao passo que escondem Sua graça.

Mas ao falarmos no "Deus que rompe com dogmatismos" devemos deixar claro quais dogmatismos Deus rompe, por que e em quais circunstâncias.

Da mesma forma que Cristo não endossou o adulterio, antes o condenou, isso não implicou com a condenação da mulher adultera. Para ela foi dito, vai e não peques mais.

O dogma que Cristo rompeu naquele momento não foi com o intuito de endossar o adultério, ou ainda abrir uma excessão para que posteriormente o ato fosse praticado por alguém, mas sim para aplacar o furor da aplicabilidade da Lei sobre o transgressor posto que naquela ocasião a graça encobriu o pecado da mulher, mas o pecado continuava sendo pecado.

E quem fez tudo isso? Deus, o próprio. Deus definiu a Lei. Deus definiu qual a punição para a transgressão da Lei, Deus manisfestou a Graça na pessoa de Cristo que nos livra da maldição da Lei sem, no entanto, endossar ou dar legalidade para a transgressão desta mesma Lei.
Deus esta aqui para curar nossas chagas, nos livrar da maldição da Lei e nos ensinar dia apos dia, aos trancos e barrancos, na nossa fraqueza e em meio aos nossos erros a fazermos a tua real vontade, cumprindo sua Lei que hoje se resume no amor incondicional ao nosso próximo e a Deus acima de todas as coisas.

Ser cristão não é somente erguer bandeira anti-legalista ou rezar pela cartilha anti-religiosa do nosso revolucionário favorito.

E devemos ter em mente que o padrão do cristão não é o "equilíbrio" e sim a verdade.

Dai uma pergunta se faz necessaria:Você projeta seu " Deus " dentro dos parâmetros Bíblicos ou de acordo com sua percepção individual do que...?


Roberto Pereira

Obs:baseado em uma serie de estudos sobre o assunto.




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O Templo de Deus

>> terça-feira, 26 de novembro de 2013



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496 anos da reforma protestante

>> quarta-feira, 30 de outubro de 2013




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>> segunda-feira, 28 de outubro de 2013


Por Guy Prentiss Waters


“Maravilhosa Graça! Quão doce o som que salvou um miserável como eu!”; “Maravilhosa graça do nosso amado Senhor, a graça que excede o nosso pecado e a nossa culpa”. “Maravilhosa graça de Jesus, maior do que todos os meus pecados, como a minha língua deveria descrevê-lo, por onde deveria começar o seu louvor?”.

Os cristãos adoram cantar sobre a graça salvadora de Deus – e com razão. João nos diz que de Jesus “todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça” (João 1:16). Muitas das cartas do Novo Testamento começam e terminam com os escritores expressando seu desejo de que a graça de Jesus estivesse com o seu povo. As últimas palavras da Bíblia são: “A graça do Senhor Jesus seja com todos. Amém” (Apocalipse 22:21).

Os reformadores entenderam a importância da graça de Deus para o ensino bíblico sobre a salvação. De fato, um dos lemas que vieram a definir o ensino da Reforma era sola gratia, que é o latim para “somente pela graça”. Os cristãos são salvos somente pela graça de Deus.

Entre os protestantes, existe uma conhecida incompreensão e uma distorção do ensino da Igreja Católica Romana sobre a graça. Às vezes é dito: “Roma ensina que somos salvos pelas obras, mas os protestantes ensinam que somos salvos pela graça”. Esta declaração, mesmo sendo comum, é uma calúnia contra a Igreja Católica Romana. Roma não ensina que alguém é salvo pelas obras à parte da graça de Deus. Ela, de fato, ensina que uma pessoa é salva pela graça de Deus.

A que, então, Roma objetou no ensino dos reformadores? Onde está a linha que diferencia Roma da Reforma? Encontra-se em uma única palavra – sola(“somente”). Os reformadores sustentavam que o pecador é salvo pela graça de Deus, o seu favor imerecido, somente. Essa doutrina significa que nada que o pecador fizer pode trazer-lhe o mérito para obter a graça de Deus, e que o pecador não coopera com Deus, a fim de merecer a sua salvação. A salvação, do começo ao fim, é o dom soberano de Deus para os indignos e não merecedores. Conforme Paulo escreveu aos cristãos de Corinto que estavam inclinados a vangloriar-se:“Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido?” (1 Coríntios. 4:7). Ninguém pode estar diante de Deus e dizer: “Olhe para mim e veja o que eu fiz!” Deus não é devedor de ninguém, nem mesmo em matéria de salvação (Romanos 11:35).

Uma passagem da Escritura na qual a doutrina da salvação somente pela graça brilha é Efésios 2:1-10. Paulo escreveu aos Efésios, depois de ter ministrado entre eles por cerca de três anos (Atos 20:31). Está claro a partir do livro de Atos dos Apóstolos que Paulo dedicou-se profundamente a pregar e ensinar a Palavra de Deus para eles (19:8-10, 20:20-21).

A carta aos Efésios nos dá um vislumbre do banquete de ensino que Paulo havia colocado diante daquela igreja. No primeiro capítulo, Paulo leva-nos para os “lugares celestiais” (1:3). Ele nos mostra o plano do Pai para salvar os pecadores através da obra de seu Filho, uma obra que é aplicada e garantida pelo Espírito. Este plano é um plano generoso – o Pai “nos abençoou em Cristo com todas as bênçãos espirituais” (v. 3). Acima de tudo, Paulo enfatiza como esse plano de redenção redunda em louvor da gloriosa graça de Deus (vv. 6, 12, 14).

Depois de uma pausa para agradecer a Deus e interceder pelos Efésios, Paulo aplica as realidades celestiais de 1:3-14 às nossas vidas cristãs individuais em 2:1-10. Ele destaca duas vezes o fato de que “pela graça sois salvos” (2:5, 8). Como é a graça de Deus evidente na salvação? Nós vemos a graça de Deus em evidência, Paulo diz, quando Deus faz com que o morto viva em Cristo. Para apreciar plenamente a graça de Deus, vamos considerar a partir de Efésios 2:1-10 o que significa estar “morto” e o que significa estar “vivo”.

Quem são os “mortos”? Os Efésios estão incluídos. (“Vocês estavam mortos em... delitos e pecados...”, v.1). Inclui Paulo e seus companheiros judeus. (“Nós todos vivíamos nas paixões da nossa carne”, v. 3). De fato, inclui todo homem, mulher e criança em Adão. (“[Nós] éramos por natureza filhos da ira, como o resto da humanidade”, v.3). A palavra “mortos” inclui pessoas como você e eu.

O que significa estar "morto"? Paulo aponta para três coisas nesta passagem. Primeiramente, isso significa estar sob condenação. Antes de Cristo, estávamos “mortos nos delitos e pecados nos quais [nós] uma vez andávamos”. Deus disse a Adão em Gênesis 2, que a morte é a penalidade para o pecado. Quando violamos a lei de Deus, nós somos culpados perante este Deus santo, e responderemos perante a sua justiça. Em segundo lugar, estar morto significa que estávamos debaixo do jugo. Servíamos a três mestres: o mundo (“seguir o curso deste mundo”, 2:2), a carne (“todos nós vivíamos segundo as paixões da nossa carne, realizando os desejos do corpo e da mente”, 2:3), e o Diabo (“seguindo o príncipe do poder do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência”, 2:2). Em terceiro lugar, estar morto significa que estávamos sob a ira. Nós “éramos por natureza filhos da ira, como o resto da humanidade” (2:3). Estávamos justamente sujeitos ao descontentamento santo de Deus por causa do nosso pecado. Éramos assim “por natureza” - em outras palavras, nascemos nessa condição.

Muitos não aceitam esse ensinamento. Fora da igreja, muitos assumem que as pessoas são basicamente boas. Elas tendem a acreditar, pelo menos implicitamente, que se dermos às pessoas uma educação adequada, os exemplos ou leis, então eles vão seguir o caminho certo. Leis justas, exemplos nobres e educação adequada são inestimáveis, mas são impotentes para mudar um coração comprometido com sua rebelião contra Deus. Dentro da igreja, muitos já disseram e ainda dizem que as pessoas estão doentes, e até mesmo desesperadamente doentes. No entanto, ainda diz-se a esses doentes que eles têm os recursos necessários para responder e cooperar com a graça de Deus. Mas Paulo não diz que estamos doentes. Ele diz que, longe de Cristo, nós estamos mortos. Espiritualmente falando, somos cadáveres no chão, sem Jesus. Não podemos nos aproximar de Deus, assim como um cadáver não pode reunir forças para sair de seu túmulo. Assim é o quão ruim estamos quando estamos longe de Cristo.

Felizmente, Paulo não termina por aí. Começando no versículo 4, Paulo se volta de nós para Deus, do mal que fizemos para o bem que Deus está fazendo em Cristo. Ele destaca três coisas sobre a graça de Deus no resto desta passagem:

Primeiro, ele nos aponta para a obra de Deus nos versículos 5-6: “Deus nos deu vida juntamente com Cristo – pela graça sois salvos – e nos ressuscitou juntamente com ele e nos fez assentar com ele nos lugares celestiais em Cristo Jesus”. Deus ressuscitou Cristo dentre os mortos e o fez assentar-se à sua direita (1:18-20), e ele nos fez algo incrível em nossa união com Cristo. Deus, Paulo disse, fez os mortos viverem. Isso é o que evoca a exclamação de Paulo: “Pela graça sois salvos” (2:5).

Em segundo lugar, Paulo nos aponta para a motivação de Deus. Por que Deus fez o morto reviver? Não foi por causa de nossas obras, Paulo diz no versículo 9, nem as obras que fizemos antes de nos tornarmos cristãos, nem as obras que temos feito depois que nos tornamos cristãos. Caso contrário, poderíamos ter motivo para “nos gloriar” (v. 9). Em vez disso, Paulo diz, Deus nos deu vida por causa de sua “misericórdia”, de seu “grande amor com que nos amou” (v. 4). Paulo sai do seu caminho para incutir em nós que o próprio amor e a misericórdia de Deus são a fonte da nossa salvação.

Em terceiro lugar, Paulo nos aponta para o propósito de Deus. Com que propósito Deus fez o morto reviver? Paulo diz no versículo 7, foi para que possamos colocar em exposição, tanto agora como na eternidade, as “riquezas imensuráveis ??da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus”. Como podemos fazer isso? Através da exposição em nossas vidas da obra prima de nosso Criador e Redentor - fomos “criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas” (v. 10).

Nós somos salvos, então, sola gratia – somente pela graça de Deus. Longe de levar-nos a abraçar uma vida de libertinagem e imprudência moral, a graça de Deus no evangelho nos leva a buscarmos uma vida de consagração e santidade. Por que isso acontece? O grande compositor de hinos, Isaac Watts, capturou bem o ponto de Paulo quando escreveu em seu hino “Quando eu vejo a maravilhosa cruz”: “Se toda a criação me pertencesse, ainda assim seria um presente muito pequeno, se comparado ao amor tão incrível, tão divino, que exigiria a minha alma, a minha vida, o meu tudo”. Pense nisso da próxima vez que cantar sobre a graça de Deus.

- Sobre o autor: Dr. Guy Prentiss Waters é professor de Novo Testamento no Reformed Theological Seminary em Jackson, Mississippi. Ele é autor do livro How Jesus Runs the Church.

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A VINDA DO FILHO DO HOMEM (PARTE 1)

>> domingo, 13 de outubro de 2013


E dir-vos-ão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali. Não vades, nem os sigais; Lucas 17:23-24
E então, se alguém vos disser: Eis aqui o Cristo; ou: Ei-lo ali; não acrediteis.Marcos 13:21
Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe dêis crédito;Mateus 24:23

Eles estão por toda parte espalhando o seu falso evangelho,desde os primordios da igreja.No entanto,nos nossos dias vêmos com clareza,aquilo que o proprio Jesus alertou a igreja;a proliferação do falso evangelho e dos falsos Messias(Que na palavra significa:Cristo).
Nos nossos dias,qualquer cristão bereano(que maneja bem a palavra da verdade),entendera muito bem o alerta de Jesus.O grande problema é que na maioria das vezes,e por causa do desejo aguçado por novidades,muitos cristãos têm preferido depositar a sua confiança em homens e não na palavra de Deus.
Dai o resultado é um numero grande de pessoas,sendo levadas por ventos de doutrinas e pela ilusão dos muitos sinais e maravilhas, que,conforme Jesus diz em Marcos 13:21(se possivel fosse)afastaria da fé verdadeira até os eleitos.
Glorias a Deus que a nossa segurança esta NELE mesmo,conforme o ensino no capitulo de João 17.
Ainda assim o alerta de Jesus vêm para nos encorazar a viver uma unidade com ELE e o Pai,que nos levará a caminhar com Jesus,onde quer que estejamos e não onde o falso evangelho e seus ministros querem maliciosamente nos levar.
Se temos a palavra e o Espirito Santo como consolador,poderemos com certeza reconhecer o perigo de confiar em homens que se dizem espirituais,mas,cuja pregação e forma de vida,quando posta à luz da palavra de Deus,se mostram imcompativeis com a VERDADE.
Pelos frutos os conhecereis.
A grande verdade é que tudo o que acontece a nossa volta,especialmente no meio cristão,está no fato da inércia do povo em buscar conhecer o unico e verdadeiro Senhor e Messias(Jesus Cristo)pela sua palavra,que demanda de nós comprometimento e estudo apurado.
Dai que na propria palavra de Deus,esta escrito que o povo erra por falta de conhecimento.
Fica o conselho do Senhor:Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam;João 5:39.

Roberto Pereira
roalpereira@gmail.com

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Examinai as escrituras


O evangelho de Mateus no capítulo 5, verso 39 diz: Examinai as escrituras pois vós cuidais ter nelas palavras de vida eterna e são elas que de mim testificam.
As escrituras sagradas dão testemunho de Jesus Cristo de Gênesis a Apocalipse através de pessoas, eventos e objetos. Há centenas de referências na biblia que testificam da divindade do Senhor Jesus e o credenciam como o autor da salvacão e redenção de toda a humanidade. João em seu evangelho registra que Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, que Jesus é a luz do mundo, o eu sou, Deus, o bom pastor, a porta das ovelhas, o caminho, a verdade, e a vida.
O escritor aos Hebreus diz que Jesus é o autor e consumador da nossa fé, e que Jesus é sacerdote eternamente, diz tambem que ele é o herdeiro de todas as coisas.Registra ainda o escritor aos Hebreus,  que o Pai dá testemunho de seu próprio filho, dizendo: por qual dos anjos disse jamais, tu és meu filho hoje te gerei, e outra vez diz: eu lhe serei por pai e ele me será por filho, e quando outra vez introduz o primogênito no mundo diz: e todos os anjos de Deus o adorem. E quanto aos anjos diz: o que de seus anjos faz ventos e de seus ministros labaredas de fogo. Mas do filho diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro de teu reino. O apóstolo Paulo escreve a Timóteo afirmando que Jesus é o unico mediador entre Deus e os homens.
Aos Colossenses ele diz que Jesus é a imagem do Deus invisível, e que em Jesus foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, as visíveis e invisiveis, sejam tronos, dominacões, principados, potestades, tudo foi criado por ele e para ele. E que Jesus é antes de todas as coisas e que todas as coisas subsistem por ele. Ele é o cabeça do corpo, da igreja, o princípio, o primogênito entre os mortos, para que em tudo tenha a  preeminência.
O profeta Isaias o chama: maravilhoso, conselheiro,  Deus forte , pai da eternidade príncipe da paz, Emanuel, que quer dizer Deus conosco. Isaias cerca de 600 anos antes de Jesus profetiza dizendo que ele era sem  parecer e formosura, homem de dores e que levou sobre si todas as nossas enfermidades pois o castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos  sarados.
A visão que João tem quando desterrado na ilha  de Patmos de Jesus glorificado o deixa impressionado. Ele não  vê um Jesus humano, mas um Senhor glorificado e  eterno. Os seus olhos eram como chama  fogo, vestido de um cinto de ouro, cabelos branco como  lã e neve, sua voz como de muitas águas,  de sua boca saía uma espada de dois gumes, o seu rosto respandecia como o sol em toda a sua força. O livro de apocalipse escrito por João ainda diz que "ele vem com as nuvens e todo o olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram e todas as tribos da  terra se lamentarão sobre ele, sim, amém".

Fabio Mello

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A OBRA DO ESPIRITO SANTO

>> sábado, 7 de setembro de 2013



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SOMENTE A ESCRITURA

>> sábado, 24 de agosto de 2013

por Dr. Joe Mizzi


A doutrina da Sola Scriptura, como a doutrina da Trindade, não é baseada em um texto prova específico. A passagem bíblica abaixo é uma de muitas escrituras que sustentam a suficiência da Bíblia como a única norma infalível da fé cristã. O apóstolo Paulo escreve para Timóteo:

"e que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra." (2 Timóteo 3:15-17).

A partir desta passagem nós podemos deduzir:

Em primeiro lugar, as Escrituras nos dão o conhecimento necessário para a experiência da salvação – elas são "podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus." Em segundo lugar, a Bíblia também é proveitosa para a doutrina e orientação na vida cristã. Quem é conduzido pelas Escrituras é descrito como "perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra." A Bíblia é portanto, suficiente para mostrar aos filhos de Deus como ser salvo e viver para a Sua glória.

Eu concordo que a referência primária das "escrituras" neste contexto é o Antigo Testamento porque os escritos do Novo Testamento ainda não estavam completos, o cânon do NT ainda não era totalmente conhecido, e a Escritura que Timóteo tinha aprendido na sua infância era o Antigo Testamento.

Mas é possível que Timóteo estava consciente que outros livros inspirados estavam sendo adicionados? E que "desde a infância" ao tempo que ele recebeu as cartas de Paulo, Timóteo veio a saber de outros escritos inspirados em adição aos livros do Antigo Testamento? Por exemplo, 2 Pedro 3.16 classifica as epístolas de Paulo como "outras escrituras" – inferindo que as cartas paulinas já estavam sendo consideradas como divinamente inspiradas nas igrejas apostólicas e no mesmo nível como os livros do Antigo Testamento.

Em sua primeira carta a Timóteo, Paulo cita do Antigo Testamento (Deuteronômio 25:4) e de um livro do Novo Testamento (Lucas 10:7). 'Pois a Escritura declara: "Não amordaces o boi, quando pisa o trigo". E ainda: "O trabalhador é digno do seu salário."' (I Timóteo 5:18). É altamente significante que Paulo se refere ao Evangelho de Lucas como Escritura a par com o Antigo Testamento. Deste modo, Timóteo estava plenamente consciente que o Espírito Santo estava adicionando livros inspirados às Sagradas Escrituras. Portanto, é um absurdo limitar a declaração de Paulo em Segunda a Timóteo sobre o valor das Escrituras ao Antigo Testamento.

A declaração de Paulo sobre as perfeições das Escrituras do Antigo Testamento (santo, inspirado) é aplicável para todas as Sagradas Escrituras em geral. É como dizer, "Todos os cães latem." Latir não é somente a característica dos cães que estão vivendo agora, não é? Os cães que nasceriam no futuro farão o mesmo... porque são cães. Semelhantemente, o que Paulo disse sobre os livros do Antigo Testamento, certamente aplicaria ao Novo, porque como eles, eles tem o mesmo autor Divino.

Entretanto, você pode dizer, Paulo estava se referindo ao Antigo Testamento e não a Bíblia completa. Isto que eu chamo um problema ditoso! Porque se os livros do Antigo Testamento eram suficientes para tornar-nos sábios para a salvação e equipar-nos pra toda a boa obra, como muito mais a totalidade da Bíblia? Se o Antigo era suficiente, a totalidade é repleta de plenitude! Sim, a Bíblia é poderosa para fazer-nos sábios para a salvação, a qual é pela fé em Cristo Jesus. Não deixe qualquer um tirar esta verdade bendita ao afirmar que você precisa de alguma fonte adicional para dar a você alguma informação essencial que seja ausente da Escritura.

Timóteo, sua mãe, e sua avó de alguma maneira sabiam quais livros eram inspirados, mesmo que não existia um magistério infalível para dizê-los. Paulo não precisou explicitar um índice de conteúdos porque evidentemente Timóteo sabia que estes livros eram inspirados.

As Sagradas Escrituras são a propriedade e a herança do povo de Deus eles os passam de uma geração para outra. Como você aprendeu primeiro que os livros chamados "Bíblia Sagrada" é a Palavra de Deus? Isto não veio de seus pais ou do seu professor de Escola Dominical ou de seu pastor ou de algum outro cristão? Mesmo que eles não sejam infalíveis, o Senhor usou-os no lugar em suas mãos Seu livro e as doutrinas dessa maneira.

Se você insiste na necessidade de uma autoridade infalível para garantir quais livros são inspirados, bem, neste caso você não deveria parar por aqui também. Você então perguntaria, "Como eu faço para ter certeza que o magistério da igreja é infalível?" Você não pode dizer, "Porque a Bíblia diz assim"; e você igualmente não pode dizer, "Porque a igreja diz assim" (por que isto é empobrecer a questão).

Você pode surpreender-se com pessoas como Timóteo, você e eu, poderiam saber quais livros são inspirados à parte de uma igreja infalível. Nós não poderíamos confiar em Deus que inspirou a Bíblia em primeiro lugar? Ele deu as Escrituras para o Seu povo, e Ele poderia usá-los (fraco e falível como eles são) para reconhecer Sua Palavra, e passar isto para as gerações futuras. Eu estou convencido que isto é exatamente o que Deus fez.

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Tradução: Rafi Sevghenian
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Teologia da Prosperidade - o Falso evangelho!

>> quinta-feira, 8 de agosto de 2013

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A palavra de Deus afirma em (Ap 12:9)que o “diabo é o sedutor de todo o mundo” e “pai da mentira” (Jo 8:44) e todo o seu propósito é, e sempre foi, de afastar o homem da presença de Deus, pois veio para roubar, matar e destruir(Jo 10:1-14) e assim  impedi-lo de desfrutar a eternidade prometida e garantida por Deus, quando do grande e eterno sacrifício realizado através de seu filho amado, o Senhor Jesus Cristo. A pregação da teologia da prosperidade é sem dúvida mais uma de suas artimanhas malignas para desviar o homem do caminho, pois se a inclinação natural do homem dentro do mundo que lhe é visivel e temporário é a satisfação da suas necessidades carnais, com os seus prazeres vazios e passageiros, nada mais atraente para ele que uma mensagem oriunda de “obreiros” fraudulentos (2Cor 11:13), onde se usam textos bíblicos isolados com promessas de uma vida farta e próspera com objetivo camuflado de fazer negócio dos incautos”(2 Pe 2:3).
Se de um lado sopra esse “vento de doutrina”(Ef 4:14) em direcão e sentido opostos o vento do Espírito Santo “assopra” o testemunho em toda a palavra de homens e mulheres de Deus que tinham uma vida consagrada e definida em toda modéstia e piedade apartando-se do engano das riquezas (1Tim 6:9). Moisés “recusou ser chamado filho da filha de faraó, escolhendo antes ser “maltratado com o povo de Deus” (Heb 11:24) .O próprio salvador ,o Senhor Jesus Cristo, que recebeu a oferta do diabo de todos os “reinos do mundo” (Mat 4 :8, 9) , “não tinha onde reclinar a sua cabeça” (Mat 8:18-22) e “sendo homem de dores”( Isa 53:3), dizia que o” servo nao émaior que o seu senhor” (Jo 15:20).O apóstolo Paulo viveu uma vida modesta e de sofrimento, passando “fome e sede” (2 Cor 11:27 27).Pedro e João “não tinham ouro nem prata” (At 3:6). Todos os servos de Deus que tem seus nomes registrados na “galeria da fé” no capitulo 11 do livro de hebreus eram “peregrinos, dos quais o mundo não era digno”, “porque buscavam patria melhor, a celestial”.A igreja fiel primitiva de atos dos apóstolos vivia uma vida solidária repartindo com o necessitado e despojada do engano das riquezas. A propósito, quando do milagre da multiplicacão dos pães, onde Jeus alimentou quase 5000 pessoas com apenas 5 pães e 2 peixes os atraiu para que viessem no dia seguinte após ele porque estavam interessados mesmo era no “Cristo para esta vida” (1 Cor 15:19)e não no “pão vivo que desceu do céu”(Jo 6:51). Quando vejo uma multidão sendo enganada e atraída por essa falácia pregacão e promessa de prosperidade vejo uma multidão nem um pouco interessada em viver uma eternidade com Deus pois os sinceros Deus nunca deixará no engano pois “nem os loucos errarão o caminho”(Isa 35:3).É exatamente essa igreja infiel que está alimentando esse sistema religioso farisáico e legalista muito antigo que tem causado escândalos ao evangelho santo e eterno do nosso Senhor Jesus Cristo.Aliás, quando Deus alimentou o povo de Israel no deserto com o “maná que caía do céu”, o povo ficou fastiado e queria mesmo é carne e sabemos que daquela geracão só Josué e Calebe entraram na “terra prometida”, o restante morreu no deserto por causa de sua incredulidade.Que o Senhor nos guarde. “Ora vem Senhor Jesus”(Ap 22:20).
 
Fabio Mello

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FIDELIDADE AO SENHOR



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A morte de uma igreja

>> sexta-feira, 26 de julho de 2013


Por Rev. Hernandes Dias Lopes

As sete igrejas da Ásia Menor, conhecidas como as igrejas do Apocalipse, estão mortas. Restam apenas ruínas de um passado glorioso que se foi. As glórias daquele tempo distante estão cobertas de poeira e sepultadas debaixo de pesadas pedras. Hoje, nessa mesma região tem menos de 1% de cristãos. Diante disso, uma pergunta lateja em nossa mente: o que faz uma igreja morrer? Quais são os sintomas da morte que ameaçam as igrejas ainda hoje?

1. A morte de uma igreja acontece quando ela se aparta da verdade. Algumas igrejas da Ásia Menor foram ameaçadas pelos falsos mestres e suas heresias. Foi o caso da igreja de Pérgamo e Tiatira que deram guarida à perniciosa doutrina de Balaão e se corromperam tanto na teologia como na ética. Uma igreja não tem antídoto para resistir a apostasia e a morte quando a verdade é abandonada. Temos visto esses sinais de morte em muitas igrejas na Europa, América do Norte e também no Brasil. Algumas denominações histórias capitularam-se tanto ao liberalismo como ao misticismo e abandonaram a sã doutrina. O resultado inevitável foi o esvaziamento dessas igrejas por um lado ou o seu crescimento numérico por outro, mas um crescimento sem compromisso com a verdade e com a santidade.

2. A morte de uma igreja acontece quando ela se mistura com o mundo. A igreja de Pérgamo estava dividida entre sua fidelidade a Cristo e seu apego ao mundo. A igreja de Tiatira estava tolerando a imoralidade sexual entre seus membros. Na igreja de Sardes não havia heresia nem perseguição, mas a maioria dos crentes estava com suas vestiduras contaminadas pelo pecado. Uma igreja que flerta com o mundo para amá-lo e conformar-se com ele não permanece. Seu candeeiro é apagado e removido.

3. A morte de uma igreja acontece quando ela não discerne sua decadência espiritual. A igreja de Sardes olhava-se no espelho e dava nota máxima para si mesma, dizendo ser uma igreja viva, enquanto aos olhos de Cristo já estava morta. A igreja de Laodicéia considerava-se rica e abastada, quando na verdade era pobre e miserável. O pior doente é aquele que não tem consciência de sua enfermidade. Uma igreja nunca está tão à beira da morte como quando se vangloria diante de Deus pelas suas pretensas virtudes.

4. A morte de uma igreja acontece quando ela não associa a doutrina com a vida. A igreja de Éfeso foi elogiada por Jesus pelo seu zelo doutrinário, mas foi repreendida por ter abandonado seu primeiro amor. Tinha doutrina, mas não vida; ortodoxia, mas não ortopraxia; teologia boa, mas não vida piedosa. Jesus ordenou a igreja a lembrar-se de onde tinha caído, a arrepender-se e a voltar à prática das primeiras obras. Se a doutrina é a base da vida, a vida precisa ser a expressão da doutrina. As duas coisas não podem viver separadas. Uma igreja viva tem doutrina e vida, ortodoxia e piedade.

5. A morte de uma igreja acontece quando falta-lhe perseverança no caminho da santidade. As igrejas de Esmirna e Filadélfia foram elogiadas pelo Senhor e não receberam nenhuma censura. Mas, num dado momento, nas dobras do futuro, essas igrejas também se afastaram da verdade e perderam sua relevância. Não basta começar bem, é preciso terminar bem. Falhamos, muitas vezes, em passar o bastão da verdade para a próxima geração. Um recente estudo revela que a terceira geração de uma igreja já não tem mais o mesmo fervor da primeira geração. É preciso não apenas começar a carreira, mas terminar a carreira e guardar a fé! É tempo de pensarmos: como será nossa igreja nas próximas gerações? Que tipo de igreja deixaremos para nossos filhos e netos? Uma igreja viva ou igreja morta?

Fonte: Palavra da Verdade

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